Quando você planta uma mudinha de flor, qual é a sua primeira preocupação?

Um bom jardineiro dirá que a primeira providência deve ser tomada antes do plantio, no preparo do terreno, escolha do tempo certo, etc.
Mas a nossa pergunta é para você, pessoa comum, que não tem habilidades de jardinagem.

Talvez, mesmo sem ser um profissional da área, você conheça algumas providências básicas para que a mudinha cresça e dê flores.
Uma delas é plantar em terra fértil.

Outra é cuidar para que o sol não a queime, a água não a apodreça, as pragas não a comam, as ervas-daninhas não a sufoquem.
Certamente você não colocaria sobre a sua plantinha, algum veneno que pudesse matá-la, não é mesmo?

Pois bem, fazendo uma comparação com a mudinha de flor e uma criança, podemos seguir o mesmo raciocínio.
Se uma planta merece nosso cuidado, um filho merece muito mais.

Mas, infelizmente, alguns pais, que não derramariam na planta produto que a destruísse, permitem que seu filho faça uso de um veneno que está cada vez mais popular entre crianças e adolescentes: o álcool.
Alguns pais permitem, outros incentivam.

Se você visse alguém derramando alguma substância nociva sobre a frágil plantinha, certamente diria:
“isso é loucura!”
No entanto, você vê um pai ou uma mãe dando bebida alcoólica à criança, e considera isso um fato normal.

Estranho paradoxo, esse!
Hoje os problemas decorrentes do uso de bebidas alcoólicas têm preocupado governantes e muitos têm envidado esforços para conter essa epidemia.

Afinal, esse é um problema que ameaça os valores econômicos, políticos e culturais da sociedade.
Acarretam gastos com tratamento médico, internação hospitalar; provocam o aumento dos índices de acidentes de trabalho, de trânsito, de violência urbana, mortes prematuras, entre outros.

É realmente uma catástrofe de grandes proporções, pois os prejuízos não ficam somente no campo da economia.
Os danos morais e espirituais são ainda maiores.
As perturbações da personalidade do usuário, as lesões afetivas causadas nos familiares, os afetos destruídos, as esperanças despedaçadas, os sonhos ceifados, a infelicidade…

E assim, esse imenso jardim que poderia ostentar flores belas e perfumadas, apresenta flores amareladas, sem perfume, sem viço, sem esperança, de breve aparição no solo terreno…
Os perigos advindos dessa substância nociva chamada álcool, espreitam em cada esquina…

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Os malefícios desse veneno vão destruindo a criatura lentamente, qual parasita que lhe rouba as forças e lhe impõe cada vez mais necessidade de uso…
A ação devastadora dessa praga cruel é lenta, mas decisiva…

Você, que consegue perceber a gravidade do assunto, pense com carinho a respeito disso.
Passe a observar quanto descuido paira sobre a infância desprotegida…
Perceba quanta indiferença pesa sobre a juventude desorientada…

E você, jardineira ou jardineiro a quem Deus enviou essas almas para fazê-las florir e dar bons frutos, certamente responderá, um dia, sobre a tarefa que lhe foi confiada.
Pense nisso, e não perca nem mais um minuto, pois em um minuto a situação pode fugir totalmente do seu controle.

Você sabia?
Você sabia que o uso e o abuso de bebidas alcoólicas está cada vez mais cedo na vida de crianças entre 9 e 12 anos de idade?

Justamente numa faixa etária em que o ser está em formação, tanto física quanto psicológica.
Por essas e outras razões é que precisamos, com urgência e determinação, salvar esse jardim em perigo.

(Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita)

Grande beijo no coração
Bell-Taróloga