Dando continuidade ao nosso entendimento do que seja Felicidade, vamos abordar o desdobramento serenidade.
Mas antes eu os indago se conseguiram, na semana que passou experimentarem a paz interior, pois ela é o primeiro passo para a construção do estado de alma que nos permite usufruir a felicidade.

Como foi?
Sei que é difícil diante das inúmeras atividades e preocupações do dia a dia, mas sem o esforço do aprendizado não é possível à alegria do saber.
Assim, a paz interior deve continuar a ser apreendida e exercitada diariamente, isto posto em prática, ficará mais fácil o exercício da serenidade.

Como mencionamos diversas vezes, estamos interligados a tudo e a todos na imensa teia da vida.
A serenidade, meus amigos, nada mais é do que aquele estado de alma, onde os ruídos externos e internos já acalmados pela paz não nos envolvem mais.

É o momento em que conseguimos de forma plena, vivenciar o presente, o agora, seja ele qual for.
Pode parecer fácil viver o presente, mas sejamos sinceros, quantas vezes conseguimos estar por inteiro no “momento zero”, assim o vamos denominar, em que as ações de um segundo atrás não nos consomem bem como as ações de um segundo posterior.

É quando nos fixamos em quem somos agora, nas atividades que estamos desempenhando, nas dores ou nas alegrias que estamos sentimos.
Vocês conseguem?
Geralmente conseguimos nos fixar por breves instantes, mas nos falta ainda a compreensão do momento e de sua importância.

Pois é nele que nos colocamos por inteiro com aquilo que temos de melhor dentro de nós Particularmente, sinto certa dificuldade em permanecer no momento zero.
Entendendo que somos energia, fruto de nossas ações e pensamentos, perceberemos a necessidade real de focarmos no momento zero.
Só posso saber aquilo que aprendi e só aprendo o que realmente interiorizei.

É no momento zero que conseguimos essa interiorização.
Somos obrigados a repetir diversas vezes uma mesma situação, passando por diversos contextos, afim de que possamos aprender.
Isto se dá, pois nos acostumamos a passar apenas pelas situações, acontecimentos e pessoas, sem vivê-los em essência, ou ainda sem saboreá-los como fonte do saber.

Toda vez que agimos assim, estamos contribuindo para o crescimento do mundo descartável e perdendo a oportunidade de viver o mundo do amor.
Convido-os, a continuarem o exercício da paz, ampliando o conceito, incluindo a serenidade, vivenciando o hoje.
Pois é através dele que construímos as lembranças do passado e o que seremos amanhã.

Vivamos o momento zero como um presente divino que não pode ser armazenado, mas pode ser saboreado lentamente como o melhor momento de todos, mesmo que seja um momento de dor, pois dele renasceremos mais fortes e mais sábios.
Com muito carinho,

(Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré) – Médium: Lúcia (Grupo Mediúnico Maria de Nazaré – CAVILE)

Grande beijo no coração
Bell-Taróloga

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