Existe uma receita para ser feliz?
Você, leitor, deve ter a sua.
Eu também tenho a minha.
E muitas existem, de diversas origens e interpretações.

Cada uma refletindo os interesses diferentes que norteiam a vida humana.
O fato, porém, é que todos procuram a felicidade.
Dentre as várias receitas e conselhos que todos oferecem, sob seu ponto de vista, gostaria de apresentar aos amigos desta coluna semanal uma bastante coerente.
Ela foi dada pelo ator Paulo Goulart.

Diz o ator: Felicidade é colocar família, trabalho e religião no mesmo patamar de atenção!
O que o leitor acha?
Eu concordei.
Vejamos: quem coloca a família em primeiro lugar e esquece ou valoriza menos o trabalho e a religião, ficará incompleto e até pode ensejar a infelicidade, pois é provável que a família o tenha que sustentar.

Não trabalhe, talvez.
Quem apenas valoriza o trabalho, esquece a família…
Quem coloca a religião em primeiro lugar, corre o risco do fanatismo.
O ideal, portanto, é achar o ponto de equilíbrio para os tres.
Afinal, os três, família, trabalho e religião significam a base do equilíbrio na vida individual e coletiva.

São três tesouros!
E tem gente que despreza…
Mas existe uma regra definitiva, ou uma receita final para a felicidade:
“Felicidade é viver o momento presente!”
Que tal?

Quem vive do passado, vive remoendo mágoas ou decepções.
Ou apenas curtindo uma saudade.
Quem vive do futuro, deixa de viver o presente.

E o que verdadeiramente, existe em nossas vidas?
O passado?
O futuro?
Não!
Apenas o presente.

O desafio está em manter o equilíbrio entre o que passou e o que virá. Planejar, usar a experiência passada, mas viver o presente!
Isto suprime ansiedade e medo de algo que talvez nem venha a acontecer.
E esquece o que passou, ficando guardada apenas a experiência, positiva ou negativa, de algo que aprendemos.

Viver o presente, todavia, não é sinônimo de irresponsabilidade ou negligência, mas usar a experiência do passado e planejar o futuro, sem sofrer por antecedência.
Afinal o futuro é o reflexo do que estamos pensando ou fazendo no presente.
O equilíbrio do presente bem vivido trará o futuro equilibrado.

Não é por acaso que a ONU estabeleceu como base para o terceiro milênio os quatro pilares da educação (que em bom sinônimo indicam também uma receita de felicidade): Aprender a conhecer, Aprender a fazer, Aprender a ser e Aprender a conviver.
Nada de tristeza, portanto. Mãos à obra na construção da própria felicidade!

(Orson Carrara – Centro Espírita Caminhos de Luz)

Grande beijo no coração
Bell-Taróloga

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