Reencarnação significa literalmente “retorno à carne”.
É a lei dos nascimentos e mortes; a teoria das vidas sucessivas da alma.
Também chamada de Palingenesia.

Os seres precisam nascer, viver e morrer muitas e muitas vezes como forma de se desenvolverem e aprenderem.
A ideia do renascimento está abundantemente disseminada entre as mais diferentes culturas antigas.
O renascimento estaria presente não apenas nos seres humanos, mas em animais, vegetais, minerais, em todos os seres e coisas do universo em seus mais variados graus de existência.
A reencarnação pode explicar todas as diferenças sociais, os privilégios de classe, as tendências humanas, as diferenças fisionômicas, os graus de inteligencia, as habilidades e faculdades que emergem em terna idade.
Pode explicar o motivo de pertencermos a uma família, as disputas entre as pessoas, as simpatias e as antipatias, as semelhanças de pensamentos e modos de ser.
O que diferencia os homens e os faz superiores e outros inferiores; os conflitos entre as nações, as guerras entre países que devastaram milhões; a aparência, a beleza física, as marcas de nascença, as deformidades orgânicas, as malformações físicas, as inclinações boas ou ruins, as aspirações, os desejos mais ocultos do coração humano, os ideais e as tendências, etc.
Tudo isso pode ser explicado pela reencarnação.
A reencarnação nos torna responsáveis pelo que nos ocorre em nossa vida.
Ideias de acaso, sorte e azar passam a não fazer sentido quando aderimos a ideia da reencarnação, pois tudo o que acontece é um resultado de nossas ações, escolhas, emoções e pensamentos.
Pesquisas com a Terapia de Vidas Passadas mostram que a vinda à matéria não é compulsiva, mas na maioria das vezes os espíritos aceitam nascer, pois entendem que essas experiências são importantes para o seu desenvolvimento espiritual. A reencarnação é, ao mesmo tempo, uma prisão e uma benção.
É uma prisão para o eu humano ainda limitado, e uma benção para o espírito que anseia pelo despertar espiritual.
Embora a expressão “vidas passadas” ou “vidas sucessivas” seja utilizada, não devemos esquecer que a vida do espírito é apenas uma. Não existem muitas e muitas vidas, há apenas uma vida, que é a vida da alma, do espírito, ou do ser cósmico que somos.
Grandes personalidades acreditavam na reencarnação, como Jesus, Buda, Krishna, Goethe, Lessing, Giordano Bruno, Platão, Pitágoras, Allan Kardec, Charles Fourier, Schopenhauer, Frederico, o Grande, Goethe, Swedeborg, Gandhi, Immanuel Kant, William Blake, Schiller, Mazzini, Leon Tolstoi, Arthur Conan Doyle, Gustav Mahler, Henry Ford, General Paton, Aldous Huxley, Plotino, Orígenes, Tertuliano, Jâmblico, Pórfiro, Cícero, dentre muitos outros.
As maiores fontes de conhecimento sobre a reencarnação que temos acesso aqui no ocidente são: a tradição Hinduísta, a Teosofia de Heleva Blavatsky, o Espiritismo de Allan Kardec, as leituras de Edgar Cayce e os trabalhos de Albert de Rochas.
As maiores evidências ou sinais de que a reencarnação existe são:
Doenças e sintomas congênitos (doenças que não tem uma explicação na vida atual e nem uma condição clínica que fundamente sua existência;
Sonhos repetidos (sonhos que revelam experiências de vidas passadas, que são a forma mais comum de regressão espontânea que existe);
A genialidade, os meninos prodígios e as vocações inexplicadas (ideias inatas, talentos raros precoces e vocações que não foram desenvolvidas na vida atual são boas evidências de que existem vidas passadas);
Marcas de Nascença (marcas, sinais, vermelhidão, traços na pele, e outras características físicas podem ser um reflexo de experiências traumáticas ou outros tipos de experiências que a pessoa viveu em outras vidas);
Traumas, fobias e sintomas sem causa aparente (quando uma pessoa tem sintomas que não encontra qualquer início na vida atual, é possível e até provável que a causa se encontra em outras vidas);
Simpatias e antipatias não explicadas (aqui entra o amor à primeira vista, afinidades, paixões, sentimentos fortes de amor ou ódio, aversão ou repulsa, assim como antipatias gratuitas que sentimos por pessoas que sequer conhecemos, ou que nada nos fizeram na vida atual que justifique tais sentimentos);
Recordações de vidas passadas em crianças (existem e são em grande número).
(Autor: Hugo Lapa)
Grande beijo no coração
Bell-Taróloga